A recapagem pode aumentar em pelo menos 100% a vida útil dos pneus, garantindo economia e gestão sustentável, especialmente para as empresas que trabalham com transporte de cargas.

O desgaste natural dos pneus é um problema comum em qualquer empresa de transporte, mas há aquelas que trabalham com o transporte de cargas e sentem, ainda mais, os efeitos deste desgaste na eficiência logística e no bolso. Geralmente pneus simbolizam o 2º maior custo nestas empresas, perdendo, somente, para gastos com combustível.

Neste sentido, a recapagem é entendida como uma excelente alternativa para otimizar desempenho e reduzir custos. Já conhece os benefícios do processo de recapagem? Ele consiste em colocar uma nova banda de rodagem no pneu após o uso de sua primeira vida, substituindo a banda de rodagem gasta. Este serviço é feito para pneus de transporte de carga, como caminhões, ônibus e tratores (automóveis não são autorizados a fazer a recapagem, porque a carcaça deste tipo de pneu não foi tecnologicamente desenvolvida para suportar esse processo).

Faça as contas: um pneu novo roda, em média, até 200 mil km. Quando recapado, ele pode chegar a até 500 mil km de autonomia. Além disso, o processo de recapagem é rápido e o pneu pode ser entregue no dia seguinte, levando cerca de cinco horas entre o processo produtivo e cozimento. A agilidade se reflete nos custos, a partir do aumento da vida útil do pneu e da diminuição dos impactos e compensações do descarte no meio ambiente.

Reformadoras de Pneus, como as recapadoras, são regulamentadas pela Portaria 444 (19 de novembro de 2010) e, também, fiscalizadas pelo IPEM (Instituto de Pesos e Medidas), garantindo mais qualidade as empresas que utilizam pneus recapados. Para se ter uma ideia, a reforma repõe no mercado mais de 8 milhões de pneus da linha de caminhão/ônibus por ano, enquanto a indústria de pneus novos é responsáveis por 6 milhões de pneus oferecidos para o mesmo setor.

Só no Brasil, cerca de ⅔ dos pneus de caminhão/ônibus, em uso, são reformados. Em 2012 foram reformados 8,8 milhões de pneus. Segundo a Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus, a atividade gera mais de 250 mil postos de trabalho – são mais de 1.200 unidade reformadoras, gerando ao menos 40 mil empregos diretos.

Os números não param por aí. A reforma de pneus proporciona uma economia para o setor de transporte de 7 bilhões de reais/ano e economia de 57 litros de petróleo por pneu reformado na linha caminhão/ônibus.  É a garantia do mesmo padrão quilométrico do pneu novo, mas com custo 73% menor ao consumidor.  
*Fonte: ABR (Associação Brasileira do Segmento de Reforma de Pneus)

 

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Texto adaptado de: http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=34832